domingo, 2 de janeiro de 2011

"Mecos" na saída da A3 para A4 para Valongo empurram condutores para SCUTS

Os pinos de marcação colocados estrategicamente na saída da autoestrada  A3 para A4 em direcção a Valongo , está propositadamente a gerar uma enorme fila de trânsito a este acesso, ao longo de quilómetros na faixa mais à direita. Diga-se propositadamente porque a razão está totalmente identificada.


O desespero pelo tempo de espera , está a levar muitos condutores a perderem a calma, e a fazerem o seu percurso  pelas SCUTS (estradas Com Custos para o utilizador).

Em Janeiro  de 2009 os pinos de marcação foram colocados nesse mesmo acesso , com a justificação de que evitavam acidentes, por causa de acumulação de água naquele local.
Durante um período prolongado , a sinalética desapareceu, ( estranhamente até à entrada em vigor das taxas aplicadas às SCUTS) e eis que regressa agora.

Coincidência intencional ou não, a BRISA , que cobra milhões em taxas aos utentes só na zona do Grande Porto, resolve o assunto desta forma , no mínimo vergonhosa, ao invés de realizar as obras , drenando os terrenos , ou aplicado qualquer outra técnica de impedir que a via se torne perigosa (já que o problema é a água).

A forma encontrada é com certeza a mais simples,e a que trás menos custos (os condutores que se safem , foi a política encontrada). 

Quando se trata de justificar a decisão à comunicação social , existe sempre uma artimanha já pronta na manga, como se houvesse justificação possível .
Não há !  Já houve mais do que tempo para resolver o problema.

É ainda de notar , que numa altura em a Brisa se promove tão vigorosamente a sua imagem (usando milhares de euros dos contribuintes), não se faça valer da imagem, para resolver problemas que causam transtorno a centenas de pessoas que vão e regressam do trabalho. São estes os mesmos que produzem, e que merecem o mínimo de respeito de uma empresa que é também de cada um de nós.

Mais respeito !

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