terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Paços de Ferreira -Socialistas criticam PFR Invest

Os vereadores socialistas criticaram fortemente a empresa PFR Invest pela compra de terrenos no valor de dois milhões e meio de euros, no primeiro semestre, para aumentar as zonas industriais.



Os socialistas acusam os social-democratas de viverem alheios com a realidade.

A empresa municipal , liderada por Rui Coutinho, comprou nos primeiros seis meses, cerca de dois milhões e meio de euros em terrenos.

Os vereadores Humberto Brito , Paulo Sérgio e Filiomena Barbosa recorda que muitos dos contratos de investimento assinados pela PFR Invest e privados estão a ser cancelados, salientando que o PSD de Paços de Ferreira vive num mundo de faz de conta, acusando o PSD local de viver à margem da realidade.

Paços de Ferreira vai vender património para equilibrar contas

A notícia é veiculada pelo jornal local Imediato na sua edição de 17/12/2010.

A autarquia vai vender património para poder dar continuidade ao investimento.
O autarca Pedro Pinto , considera inevitável a venda de património para amenizar os cortes do Estado, devido às medidas de austeridade.

A Câmara irá também recorrer a um empréstimo complementar de fundos comunitários de cerca de 900 mil euros.


A justificação das medidas tem por base a redução das transferências de Estado em cerca de 2 milhões de Euros.

Vítimas das medidas estarão as instituições sem fins lucrativos, na qual o autarca prevê cortar nos apoios que tinham até aqui.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Tuna de Carvalhosa completa cinco anos

No passado dia 23 de Dezembro a Tuna de Carvalhosa completou 5 anos de existência.

O Notícias de Carvalhosa vem desta forma desejar os parabéns pelos 5 anos de magnífico trabalho  e um novo ano cheio de prosperidade.

Muro de legalidade dúvidosa construído em cima da margem do rio Carvalhosa

É de novo notícia o Rio Carvalhosa, e por péssimas razões.
Desta vez alguém decidiu construir um muro mesmo em cima de uma das margens, não cumprindo as distâncias mínimas obrigatórias por lei


O mais grave é que esta enorme parede em pedra , impede que a água galgue a margem num dos lados , obrigando a água a escolher percursos alternativos (fora do seu percurso natural), e levando a que o caudal se torne mais perigoso , devido à pressão da água , e sem dúvida aumentado a probabilidades de destruição provocada pelas cheias naquela zona.

Para  quem de direito assinalamos que a lei proíbe expressamente este tipo de construção junto a linhas de água.
A legislação obriga a que todas as obras realizadas nas margens de uma linha de água não navegável , nem flutuável , a distância mínima da construção à margens seja no mínimo de 10 metros

O detentor do terreno (Fábrica de Estofos Pacheco),  é o mesmo a quem nobremente colocaram uma passagem de peões em frente a sua casa, razão pela qual perguntamos se este senhor é contribuinte VIP de Carvalhosa ?

 Afim de apurar o ilegalidades , o Noticias de Carvalhosa , fez diligências junto do programa Biosfera , transmitido pela RTP2 , na esperança de que se apurem responsabilidades através da exposição pública do assunto.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Cidade Tecnológica de Paços de Ferreira - um projecto promissor

Paços de Ferreira passará a contar com uma série de serviços e equipamentos , subjacentes à tecnologia do conhecimento , localizados no mesmo espaço.



O projecto que nasceu através da união de várias sinergias , irá compreender uma área de 300.000 m2 , possível mediante a  revitalização da Esquadra 12 , estrategicamente localizada no coração de Paços.

A Cidade Tecnológica , nome pelo qual é conhecido o projecto, tem por objectivo captar  e fixar competências , através do estimulo à inovação e criatividade, criando um ambiente propício a empreendedorismo de qualidade.

VALÊNCIAS
Ensino superior; Formação Profissional; Formação especializada em contexto de ensino superior; Espaços de acolhimento empresarial; Incubadora de empresas; Centro de Transferência de Tecnologia; Centro Avançado de Design de Mobiliário; Laboratórios; Laboratório de Realidade Virtual Imersiva; Oficinas e workshops; Auditório com tecnologia 3D; Data-centre, rede de fibra óptica e rede wireless; Video-vigilância.

SERVIÇOS INTEGRADOS
Acolhimento empresarial Incubação física
Incubação virtual
Coaching para Planos de Negócio
Promoção e Eventos em Rede
Formação Especializada
Business Angels & Capitals
Gestão de Financiamentos
Parceiros Bancários
Apoio 360’ à Internacionalização
Parceiros Internacionais
Projectos de Cooperação em Rede
Gestão de Marcas e Patentes
Provas de Conceito
Laboratórios e Workshops
Business Intelligence

ESPAÇOS CIDADE TECNOLÓGICA
Salas (Inclui salas de informática, desenho, expressão dramática, expressão plástica)
Auditório 3D
Área disponível para empresas e actividades I&D+I
Laboratórios, Oficinas e Workshops
Laboratório Realidade Virtual Aumentada
Quiosque
Restaurante
Bar
Sala de Reuniões
Polivalente
Biblioteca


A Cidade Tecnológica será composta por 6 edifícios distintos, cada um com uma finalidade e um propósito próprios.
Do ponto de vista arquitectónico, procurou-se a compatibilização entre a traça original dos edifícios militares e uma linguagem contemporânea de sobriedade e racionalidade. A intervenção prevê um misto de requalificação do edificado e 4 novas construções, procurando garantir todas as condições de conforto, funcionalidade e eficiência. O projecto de integração paisagística da Cidade Tecnológica de Paços de Ferreira foi condicionado por duas premissas importantes: em primeiro lugar, o espaço será inteiramente pedonal e completamente aberto à cidade, restringindo-se quase completamente a circulação de viaturas em todo o complexo; em segundo lugar, reorientar-se-ão os fluxos de acesso ao espaço da ex-Exquadra 12 através da mudança da entrada principal; assim, o acesso principal à Cidade Tecnológica deverá processar-se pela avenida existente junto ao Pavilhão Municipal. Uma vez que muitos dos edifícios a requalificar ou construir possuem uma linguagem arquitectónica minimalista e sóbria, pretendeu- se que a abordagem conceptual adoptada para o espaço exterior fosse claramente contrastante, procurando-se introduzir cor e humor. De facto, tratando-se de um pólo onde a inovação, criatividade e excelência são as premissas chave, a equipa de arquitectura paisagista entendeu que deveria repercutir nos próprios pavimentos essa filosofia geral da Cidade Tecnológica, tornando as zonas de circulação e estadia uma inspiração para os seus utentes e visitantes.

"Mecos" na saída da A3 para A4 para Valongo empurram condutores para SCUTS

Os pinos de marcação colocados estrategicamente na saída da autoestrada  A3 para A4 em direcção a Valongo , está propositadamente a gerar uma enorme fila de trânsito a este acesso, ao longo de quilómetros na faixa mais à direita. Diga-se propositadamente porque a razão está totalmente identificada.


O desespero pelo tempo de espera , está a levar muitos condutores a perderem a calma, e a fazerem o seu percurso  pelas SCUTS (estradas Com Custos para o utilizador).

Em Janeiro  de 2009 os pinos de marcação foram colocados nesse mesmo acesso , com a justificação de que evitavam acidentes, por causa de acumulação de água naquele local.
Durante um período prolongado , a sinalética desapareceu, ( estranhamente até à entrada em vigor das taxas aplicadas às SCUTS) e eis que regressa agora.

Coincidência intencional ou não, a BRISA , que cobra milhões em taxas aos utentes só na zona do Grande Porto, resolve o assunto desta forma , no mínimo vergonhosa, ao invés de realizar as obras , drenando os terrenos , ou aplicado qualquer outra técnica de impedir que a via se torne perigosa (já que o problema é a água).

A forma encontrada é com certeza a mais simples,e a que trás menos custos (os condutores que se safem , foi a política encontrada). 

Quando se trata de justificar a decisão à comunicação social , existe sempre uma artimanha já pronta na manga, como se houvesse justificação possível .
Não há !  Já houve mais do que tempo para resolver o problema.

É ainda de notar , que numa altura em a Brisa se promove tão vigorosamente a sua imagem (usando milhares de euros dos contribuintes), não se faça valer da imagem, para resolver problemas que causam transtorno a centenas de pessoas que vão e regressam do trabalho. São estes os mesmos que produzem, e que merecem o mínimo de respeito de uma empresa que é também de cada um de nós.

Mais respeito !